quarta-feira, 16 de abril de 2008

“Xissa”


“Xissa”

Será que a minha alma partiu?

Onde anda a minha liberdade.

Não ouso dar passos sem os ver detalhadamente. Mas que seca.

Pode ser que assim não pise merda, duvido!!!.

Já não canto, só murmuro.

Hoje não. Não, solte-se a garganta. Venha-me a alma ou quiçá o espírito.

Enganos, não! Não se trata do grito da revolta, falo apenas da naturalidade das coisas.

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