
“Xissa”
Será que a minha alma partiu?
Onde anda a minha liberdade.
Não ouso dar passos sem os ver detalhadamente. Mas que seca.
Pode ser que assim não pise merda, duvido!!!.
Já não canto, só murmuro.
Hoje não. Não, solte-se a garganta. Venha-me a alma ou quiçá o espírito.
Enganos, não! Não se trata do grito da revolta, falo apenas da naturalidade das coisas.
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